AmorAmor

Kay, My Fragrant Soul

*Tradução ao final

Some people smell like when bird sings. Sun when he wakes up. Flower when she laughs. Beside them, we feel the balance of a network that dance in a big tasty afternoon, no clock and no calendar. Beside them, we feel eating popcorn in the square. Chin smearing ice cream. Time is another. And life gets the face she really has, but we unlearn to see.

Some people smell lap of God. Sea bath when the water is warm and the sky is blue. Beside them, we know that angels exist and some are invisible. Beside them, we feel coming home and changing the jump by slipper. Dreaming greatest folly in the world with the enjoyment of those who do not care about that. Beside them, may be April, but it seems Christmas morning from the time we wake up and find the gift from Santa.

Some people smell like petting unhurried. Toy that we would not let go. The lullaby that silence sings. Walking in the garden. Beside them, we realize that sensuality is a scent that comes from within and that the attraction that really moves us through more than our body. Runs in other veins. Pulses elsewhere. Beside them, we remember that the instant laugh God is with us dancing cheek to face. And we laughed that great nor mischievous boy.

I often say that some souls are fragrant, because I believe that feelings also have smell and touch everything with their fingers energy. My Kay was someone like that. She perfumed many lives with its light and its colors. The mine was one of them. And the scent was so tasty, so white, so delicate, that she changed her bottle, but he remains alive in the hearts of all she loved. And all the things that i love, will find, in some way, traces of that scent of God, who, in a season, dressed Kay, to speak about love to me.

[Paraphrasing Ana Jácomo, Brazilian Poet]

image

Thank You for give me the best Of me!
I”ll Miss You every single day
Love You forever

See you!
Fragrant Kiss
Francis Olivia

 

 

———-

*Translation

Kay, Minha Alma perfumada

Tem gente que tem cheiro de passarinho quando canta. De sol quando acorda. De flor quando ri. Ao lado delas, a gente se sente no balanço de uma rede que dança gostoso numa tarde grande, sem relógio e sem agenda. Ao lado delas, a gente se sente comendo pipoca na praça. Lambuzando o queixo de sorvete. Melando os dedos com algodão doce da cor mais doce que tem pra escolher. O tempo é outro. E a vida fica com a cara que ela tem de verdade, mas que a gente desaprende de ver.

Tem gente que tem cheiro de colo de Deus. De banho de mar quando a água é quente e o céu é azul. Ao lado delas, a gente sabe que os anjos existem e que alguns são invisíveis. Ao lado delas, a gente se sente chegando em casa e trocando o salto pelo chinelo. Sonhando a maior tolice do mundo com o gozo de quem não liga pra isso. Ao lado delas,pode ser abril, mas parece manhã de Natal do tempo em que a gente acordava e encontrava o presente do Papai Noel.

Tem gente que tem cheiro das estrelas que Deus acendeu no céu e daquelas que conseguimos acender na Terra. Ao lado delas, a gente não acha que o amor é possível, a gente tem certeza. Ao lado delas, a gente se sente visitando um lugar feito de alegria. Recebendo um buquê de carinhos. Abraçando um filhote de urso panda. Tocando com os olhos os olhos da paz. Ao lado delas, saboreamos a delícia do toque suave que sua presença sopra no nosso coração.

Tem gente que tem cheiro de cafuné sem pressa. Do brinquedo que a gente não largava. Do acalanto que o silêncio canta. De passeio no jardim. Ao lado delas, a gente percebe que a sensualidade é um perfume que vem de dentro e que a atração que realmente nos move não passa só pelo corpo. Corre em outras veias. Pulsa em outro lugar. Ao lado delas, a gente lembra que no instante em que rimos Deus está dançando conosco de rostinho colado. E a gente ri grande que nem menino arteiro.

Costumo dizer que algumas almas são perfumadas, porque acredito que os sentimentos também têm cheiro e tocam todas as coisas com os seus dedos de energia. Minha mãe australiana era alguém assim. Ela perfumou muitas vidas com sua luz e suas cores. A minha, foi uma delas. E o perfume era tão gostoso, tão branco, tão delicado, que ela mudou de frasco, mas ele continua vivo no coração de tudo o que ela amou. E tudo o que eu amar vai encontrar, de alguma forma, os vestígios desse perfume de Deus, que, numa temporada, se vestiu de Kay, para me falar de amor.

[Ana Cláudia Saldanha Jácomo em Almas Perfumadas-parafraseada]

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