Pensamentos soltos, Refletindo

Depende da Importância que VOCÊ Dá!

Alguém esses dias me fez uma pergunta que me deixou reflexiva, principalmente porque a pergunta tinha um jeitão de afirmação. Ela disse assim: “Fran como pode você ser tão intransponível, tão indiferente as opiniões alheias, as críticas? Nada te atinge mulher! Eita Coração forte, de ferro duro.” Confesso que isso de imediato me soou como um elogio. :D Nem pensei duas vezes para responder, e disse mais ou menos assim: Olha, atinge sim, mas só quando é de verdade, quando é pra mim de coração, não abro meu coração para opiniões que não quero. Principalmente os dos falsos moralistas. Críticas construtivas são sempre bem-vinda, mas as levianas eu deixo com quem me deu. E fui embora feliz, me sentindo lisonjeada mesmo.
Afinal, ela acertou, coração forte é comigo mesma <3 ;)

Dai cheguei em casa e fiquei pensando que a nossa sociedade anda tão insegura, tão frágil quanto a si mesmo que qualquer coisa atinge fácil. Mas por que?!? Pensando cheguei a conclusão que é culpa do tal “auto conhecimento”, num época onde tudo esta fácil, rápido e simples, ninguém esta disposto a dedicar tempo para saber quem realmente é. E isso deixa a pessoa vulnerável a toda e qualquer opinião atravessada e mentirosa.Descobrir a respeito de si pode ser um caminho libertador para si mesmo. Pense bem.

Gente, sinceramente, quem conhece a si mesmo não fica ligando para quando alguém te ofende ou te julga de forma errada, quem se conhece não se abala quando alguém fala algo que você sabe ser não verdadeira sobre você! Até mesmo porque eu acredito fortemente que quando alguém te ofende com palavras ou palavrões ela está dizendo mais sobre ela, sobre como ela se sente quando esta na sua presença, do que sobre você. Isso não quer dizer que eu dou risada toda as vezes que alguém fala mal de mim, o fato é que eu não deixo isso me afetar, as vezes até acho bem chato as pessoas fazerem isso, mas isso nao me tira o sono, nem tempo e ainda comprova que a pessoa tem um caráter duvidoso. A importância que dou é zero, ou seja, isso não irá afetar meu dia, minha alegria. Tenho na verdade uma tristeza pela pessoa, sabe por que? Porque das habilidades mais incríveis e constantes que o mundo tem é o de dar voltas, e ele dá muitas e muitas voltas.

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Beijos Perfumados

Olivia

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LookDoDia

Vermelho Floral

Andei reparando que tenho usado muito, muito vermelho…e body! Ufa viu!…mas só pelas fotos que consigo ver essa padrao, porque sempre que estou escolhendo o que vestir, acabo pegando minha saia vermelha e ela me parece combinar com tudo….deve ser pelo fato de que ela veste muiiiiiito bem…eu adoro (meu marido não rsrsrs). E O body é aquela coisa, me sinto tão bem, e meu armário anda tão abarrotado deles que não consigo vestir outra coisa…essa moda nunca passará para mim, até mesmo porque eu já usava body muiiito tempo antes de virar moda, a diferença é que com a moda surgiram inúmeros modelos, opções, estampas e cores…uma mais linda que a outra…totalmente “in love” <3

Háá!! usei esse look para ir no lançamento do site da colunista Shirley (quem é de BV conhece) no dia 29 de maio. Eu sei, eu sei que faz muito tempo, mas é que tinha me esquecido dele nas pastinhas, e quando foi agendar ele, já existiam milhares de outros post na frente, então acabou ficando agendado para hoje (exatos 2 meses depois.. rsrsrs sorry beibes!!). Porém, antes tarde do que nunca ;)

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Body: Lojinha de rua em Santos| Saia: BCBG| Sandália: Jimmy Choo| Bolsa: Chanel | Óculos: Forever21

Beijos Perfumados

Olivia

Standard
LookDoDia, Pensamentos soltos, Refletindo

Isolda+ Pensamentos Soltos

Então vamos lá colocar esse blog em dia com as coisas que mais fazem sucesso por aqui: Look do dia. Eu bem queria que outras coisas aqui fizessem tanto sucesso quanto as produ, mas meus gráficos não mentem, os looks fazem um sucesso que só. Por isso hoje vou misturar PENSAMENTOS SOLTOS COM LOOK DO DIA, que tal?!?!? Para retornar com os “lookis du jour” resolvi começar com uma salada :P . Não se preocupem, isso não será frequente rsrsrrs…mas tem que ler até o final hein! ;) .

Look velho (uns 2 meses atrás) para um post novo rsrsrs, porque eu preciso dizer que ameeeiiii demais o desfile com a coleção da Isolda Resort 2015 no último PFW que aconteceu começo desse mês. Incrível como elas estão melhorando cada vez mais a cada coleção. EU CONFESSO! Que as primeiras estampas e roupas que elas lançaram eu torci muiiiito o nariz para elas, não gostava mesmo (e continuo não gostando das peças antigas. Brega!), mas revi meus conceitos depois da coleção de outono/inverno 2014, que arrasaram. Não resisti a saia Sissa com estampa do calçadão de Ipanema, foi amor a primeira vista e uma super compra porque o caimento é perfeito, o tecido divino, a leveza é invejável… já falei sobre ela aqui; ai ai muito <3

A saia de hoje também é uma graça. O que me fascinou ela nela foi a mistura de cores, sou louca por azul misturado com verde. E ela ainda tem uns detalhes em amarelo que em tempos de copa do mundo no Brasil fez todo o sentido em usar, afinal verde,azul e amarelo estão na moda, o mundo todo usando. Depois posto um dos looks que usei na copa do mundo com ela, estava muiito patriota rsrsr.

Para completar esse look escolhi a bata cropped branca porque queria usar meu colar azul de 1 kg. Siiim! Esse colar tem mais ou menos 1 kg de miçanga. Fui eu mesma que fiz ela a uns 8 anos atrás. Gosto muito dele porque ele é um simbolo de passagem na minha vida muito forte. Confeccionei ele numa época muito triste da minha vida, lembro-me de sofrer bastante (foi uma época que dei muito trabalho para minha analista hahaha). E foi a primeira vez na vida que fiz uma compromisso forte comigo mesma, lembro de pegar o saco de 1kg de miçanga e prometer a mim mesma que quando eu terminasse de fazer o colar a tristeza teria que ter ido embora. Ou seja, eu dei prazo para a tristeza, porque eu sabia que na vida as tristezas e momentos tristes são inevitáveis, mas não podemos viver na tristeza. Não é da natureza humana (e não é mesmoooo da minha natureza) viver triste. Porém estava muito difícil superar aquele momento, então resolvi “enfiar” a bendita tristeza (literalmente) no cordão hahaha. Lembro-me que as miçangas tão pequenas como são, exigiam de mim uma forte concentração, e essa concentração desviava minha mente dos problemas, dos pensamentos tristes, negativos, e com isso a tristeza foi ficando de lado, de lado até que um dia ela deixou de ter importância. Foi um ato tão simples, mas que me fez ver que na vida a gente só precisa de tempo, e se o tempo está custando demais a passar, se o tempo está corroendo seu estômago o jeito e inventar uma distração, é de certa forma se colocar no “olho do furacão” para sentir a paz. Deu certo viu, na verdade deu tão certo que antes de eu terminar o colar, a minha vida já tinha dado uma reviravolta de 360 graus, reviravolta essa que influenciou tanto que até hoje vejo ela refletida na minha vida e fico muito feliz por isso..sempre que uso ele me lembro da força interna que tenho dentro de mim, uma força que me faz não temer as dificuldades da vida e que me dá uma certeza de que tudo nessa vida passa. TUDO PASSA! E o que fica não é os momentos felizes ou tristes, o que fica de verdade é o que você fez deles, o que fica é como você viveu, como você transformou aquele momento dentro de você. Eu aprendi a transformar os meus em beleza e continuo praticando até hoje porque isso me faz muito bem, e acredito que faça bem para as pessoas ao meu redor também.

 Rubem Alves

E você, faz o que com aquilo que te fizeram? Que tal transformar as coisas ruins (e as boas também) em beleza, em buniteza, em sorrisos? Uma coisa eu garanto, seu empenho não será em vão pois o mundo anda precisando disso. E com certeza seu jardim ficará lindo!

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Saia:Isolda| Bata Cropped: Mandei fazer| Escarpim: Valentino| Colar: By Me :) |Bolsa: Chanel| Brinco:Dior |Mix de Pulseiras: Vivara,Pandora

Beijos Belos e Perfumados

Olivia

Standard
AmorAmor, Inspirações, Poesia

Salve Salve Rubem Alves

Minha paixão pelo Rubem Alves não é segredo para as pessoas que vivem ao me redor, seus livros são meus livros de cabeceira (juntinho com Manuel Bandeira e Guimarães Rosa).Mas me dei conta que falei tão pouco sobre eles por aqui (falha minha, perdão!), por isso a partida de Rubem não poderia passar em branco. Fiquei imesamente triste pela morte desse homem que me inspira todos os dias. Como mágica, encanto e divindade, Rubem sabe me ler, ele me entende tanto que as vezes acredito que ele foi enviado por Deus para essa terra especialmente para mim. Mas não, Rubem veio para semear o bem, a sabedoria, o amor. Plantou belos jardins com muitas árvores, flores e amores ao longo da vida. Apesar de sua morte me entristecer profundamente, por outro lado, sinto gratidão por ter nascido em uma época em que ele ainda estava vivo e ter a oportunidade de conhecer esse homem encantador. Não quero me alongar muito, porque nem todas as palavras do dicionário conseguiriam expressar o sinto por ele. Deixo aqui minha singela homenagem, repostando um dos textos dele que mais me fascinam, me encantam, e quanto eu mais leio mais eu aprendo. Fiquei na dúvida entre esse ou a cronicas chamada Pipoca. Escolhi esse pois afinal ele tem haver com a história do blog que no fundo é meu jardim virtual. E diz muito sobre mim, sobre as coisas que acredito. As palavras são de Rubem, mas poderiam ser minhas também, porque acredito e concordo com elas em “número gênero e grau”. Permita-se! ENCANTEM-SE!

Cantinho na minha biblioteca particular onde Rubem habita <3

Cantinho na minha biblioteca particular onde Rubem habita <3

Jardins

Comecei a gostar dos livros mesmo antes de saber ler. Descobri que os livros eram um tapete mágico que me levavam instantaneamente a viajar pelo mundo… Lendo, eu deixava de ser o menino pobre que era e me tornava um outro. Eu me vejo assentado no chão, num dos quartos do sobradão do meu avô. Via figuras. Era um livro, folhas de tecido vermelho. Nas suas páginas alguém colara gravuras, recortadas de revistas. Não sei quem o fez. Só sei que quem o fez amava as crianças. Eu passava horas vendo as figuras e não me cansava de vê-las de novo. Um outro livro que me encantava era o “Jeca Tatu“, do Monteiro Lobato. Começava assim: “Jeca Tatu era um pobre caboclo…“ De tanto ouvir a estória lida para mim, acabei por sabê-lo de cor. “De cor“: no coração. Aquilo que o coração ama não é jamais esquecido. E eu o “lia“ para minha tia Mema, que estava doente, presa numa cadeira de balanço. Ela ria o seu sorriso suave, ouvindo minha leitura. Um outro livro que eu amava pertencera à minha mãe criança. Era um livro muito velho. Façam as contas: minha mãe nasceu em 1896… Na capa havia um menino e uma menina que brincavam com o globo terrestre. Era um livro que me fazia viajar por países e povos distantes e estranhos. Gravuras apenas. Esquimós, em suas roupas de couro, dando tiros para o ar, saudando o fim do seu longo inverno. Embaixo, a explicação: “Onde os esquimós vivem a noite é muito longa; dura seis meses.“ Um crocodilo, bocarra enorme aberta, com seus dente pontiagudos, e um negro se arrastando em sua direção, tendo na mão direita um pau com duas pontas afiadas. O que ele queria era introduzir o pau na boca do crocodilo, sem que ele se desse conta. Quando o crocodilo fechasse a boca estaria fisgado e haveria festa e comedoria! Na gravura dedicada aos Estados Unidos havia um edifício, com a explicação assombrosa: “Nos Estados Unidos há casas com 10 andares…“ Mas a gravura que mais mexia comigo representava um menino e uma menina brincando de fazer um jardim. Na verdade, era mais que um jardim. Era um mini-cenário. Haviam feito montanhas de terra e pedra. Entre as montanhas, um lago cuja água, transbordando, se transformava num riachinho. E, às suas margens, o menino e a menina haviam plantado uma floresta de pequenas plantas e musgos. A menina enchia o lago com um regador. Eu não me contentava em ver o jardim: largava o livro e ia para a horta, com a idéia de plantar um jardim parecido. E assim passava toda uma tarde, fazendo o meu jardim e usando galhos de hortelã como as árvores da floresta… Onde foi parar o livro da minha mãe? Não sei. Também não importa. Ele continua aberto dentro de mim.

Bachelard se refere aos “sonhos fundamentais“ da alma. “Sonhos fundamentais“: o que é isso? É simples. Há sonhos que nascem dos eventos fortuitos, peculiares a cada pessoa. Esses sonhos são só delas: sonhos acidentais, individuais. Mas há certos sonhos que moram na alma de todas as pessoas. Jung deu a esses sonhos universais o nome de “arquétipos“. Esses são os sonhos fundamentais. O fato de termos, todos, os mesmos sonhos fundamentais, cria a possibilidade de “comunhão“. Ao compartilhar os mesmos sonhos descobrimo-nos irmãos. Um desses sonhos fundamentais é um “jardim“.

Faz de contas que a sua alma é um útero. Ela está grávida. Dentro dela há um feto que quer nascer. Esse feto que quer nascer é o seu sonho. Quem engravidou a sua alma eu não sei. Acho que foi um ser de um outro mundo… Imagino que o tal de “Big-Bang“ a que se referem os astrônomos foi Deus ejaculando seu grande sonho e soltando pelo vazio milhões, bilhões, trilhões de sementes. Em cada uma delas estava o sonho fundamental de Deus: um jardim, um Paraíso… Assim, sua alma está grávida com o sonho fundamental de Deus…

Mas toda semente quer brotar, todo feto quer nascer, todo sonho quer se realizar. Sementes que não nascem, fetos que são abortados, sonhos que não são realizados, se transformam em demônios dentro da alma. E ficam a nos atormentar. Aquelas tristezas, aquelas depressões, aquelas irritações – vez por outra elas tomam conta de você – aposto que são o sonho de jardim que está dentro e não consegue nascer. Deus não tem muita paciência com pessoas que não gostam de jardins…

Menino, os jardins eram o lugar de minha maior felicidade. Dentro da casa os adultos estavam sempre vigiando: “Não mexa aí, não faça isso, não faça aquilo…“ O Paraíso foi perdido quando Adão e Eva começaram a se vigiar. O inferno começa no olhar do outro que pede que eu preste contas. E como as crianças são seres paradisíacos, eu fugia para o jardim. Lá eu estava longe dos adultos. Eu podia ser eu mesmo. O jardim era o espaço da minha liberdade. O jardim era o espaço da minha liberdade. As árvores eram minhas melhores amigas. A pitangueira, com seus frutinhos sem vergonha. Meu primeiro furto foi o furto de uma pitanga: “furto“ – “fruto“ – é só trocar uma letra…. Até mesmo inventei uma maquineta de roubar pitangas… Havia uma jabuticabeira que eu considerava minha, em especial. Fiz um rego à sua volta para que ela bebesse água todo dia. Jabuticabeiras regadas sempre florescem e frutificam várias vezes por ano. Na ocasião da florada era uma festa. O perfume das suas flores brancas é inesquecível. E vinham milhares de abelhas. No pé de nêspera eu fiz um balanço. Já disse que balançar é o melhor remédio para depressão. Quem balança vira criança de novo. Razão por que eu acho um crime que, nas praças públicas, só haja balancinhos para crianças pequenas. Há de haver balanços grandes para os grandes! Já imaginaram o pai e a mãe, o avô e a avó, balançando? Riram? Absurdo? Entendo. Vocês estão velhos. Têm medo do ridículo. Seu sonho fundamental está enterrado debaixo do cimento. Eu já sou avô e me rejuvenesço balançando até tocar a ponta do pé na folha do caquizeiro onde meu balanço está amarrado!

Crescido, os jardins começaram a ter para mim um sentido poético e espiritual. Percebi que a Bíblia Sagrada é um livro construído em torno de um jardim. Deus se cansou da imensidão dos céus e sonhou… Sonhou com um … jardim. Se ele – ou ela – estivesse feliz lá no céu, ele ou ela não teria se dado ao trabalho de plantar um jardim. A gente só cria quando aquilo que se tem não corresponde ao sonho. Todo ato de criação tem por objetivo realizar um sonho. E quando o sonho se realiza, vem a experiência de alegria. Nos textos de Gênesis está dito que, ao término do seu trabalho, Deus viu que tudo “era muito bom.“ O mais alto sonho de Deus é um jardim. Essa é a razão porque no Paraíso não havia templos e altares. Para que? “Deus andava pelo meio do jardim…“ Gostaria de saber quem foi a pessoa que teve a idéia de que Deus mora dentro de quatro paredes! Um coisa eu garanto: não foi idéia dele. Seria bonito se as religiões, ao invés de gastar dinheiro construindo templos e catedrais, usassem esse mesmo dinheiro para fazer jardins onde, evidentemente, crianças, adultos e velhos poderiam balançar e tocar os pés nas folhas das árvores. Ninguém jamais viu a Deus. Um jardim é o seu rosto sorridente… E se vocês lerem as visões dos profetas, verão que o Messias é jardineiro: vai plantar de novo o Paraíso: nascerão regatos nos desertos, nos lugares ermos crescerão a murta (perfumada!), as oliveiras, as videiras, as figueiras, os pés de romã, as palmeiras… E lá, à sombra das árvores, acontecerá o amor… Leia o livro dos “Cânticos dos Cânticos“!

Pensei, então, que o ato de plantar uma árvore é um anúncio de esperança. Especialmente se for uma árvore de crescimento lento. E isso porque, sendo lento o seu crescimento, eu a plantarei sabendo que nem vou comer dos seus frutos e nem vou me assentar à sua sombra…. Eu a plantarei pensando naqueles que comerão dos seus frutos e se assentarão à sua sombra. E isso bastará para me trazer felicidade!

Rubem Alves

Beijos de Jasmim

Olivia

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AmorAmor, Semente

Voltei…

Ufaaa!! Volteiiii :D

Sei que muitos não sabiam que eu estava fora, afinal os posts continuaram “entrando” no site, isso porque deixei tudo agendado (sempre deixo, assim é mais fácil). Mas quem reparou viu que ocorreram muitos erros de postagens, data e carregamentos que não foram corrigidos de imediato. Mas agora já verifiquei, e até onde vi já está tudo certinho, tudo corrigido, atualizado, okay!?!

Me ausentei no site porque me casei (siiiiiim!!!…game over rsrsr :D ). Até entrou um post no dia do meu casamento, só que ele está como “privado” rsrs. Depois seguimos para nossa Lua de Mel em Noronha (váárias fotos lindas, o “Delírios Visuais” vai bombar rsrsr). Não falei nada aqui no blog porque a festa foi super íntima, super exclusiva e privada meeeesmoo! Além do mais, foi apenas meu casamento no civil. Eu e meu marido (aiii que chique! beijos amor <3 ) não queríamos abrir mão da data (07.07.2014) , foi uma data muito significativa para nós dois e ela estava recheada de significados sagrados e importantes (depois falarei sobre isso), e como nossa casa, nosso lar, nosso santuário é a praia, não daria para fazer uma festa bacana para todos nossos amigos em pleno inverno e PIOR, em plena copa do mundo. Então descartamos a possibilidade de fazer a festa nessa data, nos casando apenas no civil.

Quando resolvemos nos casar no final de 2013, chegamos a conclusão que estava muito em cima da hora para organizar um casamento para casar no verão de 2014 ( ou seja, antes do inverno)  e muiiito longe para casar no próximo verão (que seria em 2015). Dai eu sugeri que nos casássemos em etapas rsrsr…e dai surgiu a ideia a casar na data que queríamos no civil com uma festa mais reservada (só foi nossos pais e irmãos meeeesmo) e o religioso com direito a festa e celebração que desejamos para o verão de 2015. E confesso que estou adorando tudo isso. Primeiro porque foi uma deliciiiiiia organizar meu casamento no civil ao estilo “Destination Weddings” (foi um final de semana delicia, com minha familia, todos juntos, foi uma benção estar junto com todos) e segundo porque  pelo fato de ser tão gostoso casar, dá uma vontade de casar de novo….e estou tendo a oportunidade de organizar outro, tudo novo de novo hehehe. Muito divertido, estou amando a ideia de casar duas vezes, delicia mesmo! Então fiquem de olho, vou tentar compartilhar algumas coisas do meu casamento por aqui, e siiiim as fotos do civil vão aparecer aqui, porém paciência viu, porque a fotografa disse que vai demorar uns dias, segurem a ansiedade, acredito (e espero) que valerá a pena.

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Beijos de Retorno

Olivia

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